Curitiba · PR
Atendendo agora
Reparcelamento · Simples Nacional

A Receita pediu 10% ou 20%
de entrada para reparcelar
o Simples?

Antes de pagar, envie o extrato do e-CAC. Verificamos se existe rota legal pra reduzir a entrada, preservar o caixa e manter sua empresa regular no Simples Nacional.

Manda os dados. Devolvemos a análise.
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i.

A Receita só te apresenta um caminho.

Renegociar débitos no Simples Nacional custa 10% de entrada sobre o saldo consolidado. Se já houve reparcelamento anterior, sobe pra 20%.

A regra está nos manuais da Receita. Outras rotas também estão — mas o sistema sempre apresenta a opção mais cara primeiro, e o contador raramente discute alternativas porque não é o trabalho dele.

Em alguns casos, o problema não é a dívida — é o caminho escolhido pra regularizar. Alguns caminhos reduzem a entrada. Outros eliminam ela e ainda abrem desconto sobre o saldo. Qual deles serve à sua empresa depende da situação fiscal específica.

Veja a simulação real de um caso atendido
Simulação real do extrato de reparcelamento no e-CAC — caso atendido pela S&R
Leitura do caso

O número que apareceu no e-CAC foi R$ 78.355 de entrada à vista. O que efetivamente pagamos foi parcela linear de ~R$ 4 mil. Mesmo passivo. Outro caminho.

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ii.

Uma das rotas virou doutrina.

Entre as saídas técnicas que utilizamos, uma foi formulada e publicada no Consultor Jurídico — maior veículo de imprensa jurídica do Brasil. As demais permanecem no nosso ferramental técnico.

A distorção do reparcelamento no Simples Nacional — por Edilton Henrique Rodrigues e Emilly Conrad Schellworth · 2 de fevereiro de 2026
"A regra que obriga 10% ou 20% de entrada no reparcelamento ordinário do Simples Nacional, quando aplicada sobre o saldo consolidado em vez de apenas sobre o que efetivamente está sendo reparcelado, produz uma distorção que penaliza desproporcionalmente o caixa do contribuinte — sem amparo na própria sistemática prevista em lei."

Você está sendo atendido pelos próprios autores. Outras rotas, mais estruturais, são tratadas diretamente — sem manual público.

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iii.

Mesmo passivo. Outra ordem.

Caso real, indústria do Simples Nacional, ~R$ 435 mil em passivo federal. A diferença entre os dois caminhos não está no valor da dívida — está em como ela é tratada.

Caminho convencional · Receita Federal
R$ 78.355
de entrada à vista — pagamento exigido pelo sistema da Receita Federal. Parcela mensal: R$ 5.224. Desembolso em 12 meses: R$ 141 mil.
Caminho construído
R$ 22.785
de entrada parcelada em 6× — sem comprometer caixa operacional. Sem alterar a manutenção do Simples. Abre porta pra reduções estruturais sobre o saldo.
economia de R$ 55 mil em caixa
no primeiro ciclo.
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iv.

Antes de assinar, organizamos a dívida.

Cada empresa tem um ponto ótimo de saída. Nosso trabalho é encontrá-lo antes de qualquer decisão irreversível.

01
Diagnóstico
Leitura técnica do passivo, do parcelamento atual e da capacidade real de pagamento (CAPAG). Reconstituímos o cenário completo a partir do e-CAC.
02
Comparativo
Reparcelamento RFB, transação PGFN, tese da base de cálculo — todas as rotas lado a lado, com custo de caixa em 12 meses calculado.
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Estratégia
Plano com a rota de menor ônus pro caixa, considerando prazo, garantias, manutenção do Simples Nacional e exposição patrimonial.
04
Execução
Conduzimos todo o caminho — administrativo e judicial, se necessário — até a regularização efetiva. Acompanhamento de 90 dias incluso.
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v.

Quem está te respondendo.

Escritório boutique de consultoria tributária estratégica em Curitiba — dedicado a desenhar rotas de saída para empresas do Simples Nacional com passivo federal complexo.

Edilton H. Rodrigues
Edilton H. Rodrigues
Sócio · Estrategista em reestruturação fiscal

Desenha e executa estratégias de saída para empresas com passivos tributários complexos. Trabalha onde a maioria dos contadores e advogados não chega: na engenharia de rotas paralelas dentro da legalidade. Autor publicado no Consultor Jurídico, com tese formulada e doutrina aplicada a casos reais — sempre com foco em preservar caixa e manter o regime tributário do cliente.

Reestruturação fiscal Transação tributária Análise de CAPAG
Emilly C. Schellworth
Emilly C. Schellworth
Sócia · Relacionamento e condução técnica

Conduz o relacionamento direto com o cliente, o levantamento documental no e-CAC e a execução operacional de cada caso. Coautora da tese publicada no Conjur. Garante que o cliente entenda cada movimento técnico antes que ele seja feito — sem jargão, sem surpresa, sem dependência de terceiros.

Atendimento direto Condução técnica e-CAC · gov.br
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Antes que você pergunte.

01
A Receita não me deu opção. É essa entrada de 20% mesmo?
É o que o sistema da Receita oferece como caminho padrão — mas não é o único previsto em lei. Em certos cenários (especialmente quando há débitos vencidos há mais período, ou histórico de parcelamento), abrem-se rotas técnicas paralelas. Algumas reduzem a entrada drasticamente; outras eliminam ela e ainda abrem desconto sobre o saldo. Qual delas serve à sua empresa depende da situação fiscal específica — isso é o que a análise inicial identifica.
02
Minha contabilidade já viu isso. Por que ela não resolveu?
Porque normalmente não é o trabalho dela. A contabilidade opera o caminho que o sistema da Receita apresenta — calcula, gera guia, faz adesão. A análise crítica das alternativas legais (transação, base de cálculo, prazos processuais, capacidade de pagamento) é outra camada técnica, jurídica, que exige tempo de estudo do caso específico. Não é falha do contador: é função diferente. A gente entra exatamente onde a contabilidade para.
03
Vocês conseguem reduzir a dívida em si, não só a entrada?
Em condições específicas, sim. A legislação prevê descontos sobre juros, multas e encargos legais que podem chegar a faixas significativas — mas estão atrelados à classificação da empresa em critérios técnicos (incluindo a chamada CAPAG — capacidade de pagamento) e ao caminho escolhido. Não é negociação informal: é mecanismo previsto em norma, mas que exige conhecimento técnico de quais portas abrir, em que ordem, e em que prazo.
04
Já estou em parcelamento ativo. Ainda dá pra mudar?
Em muitos casos, sim. O parcelamento ativo pode ser reestruturado, migrado para outra modalidade ou complementado por uma rota paralela — desde que analisada a situação específica. Em alguns cenários, inclusive, mantê-lo ativo enquanto se constrói a saída paralela é estratégico. Não há solução universal, há diagnóstico bem feito.
05
Qual tamanho de dívida faz sentido pra esse trabalho?
A análise técnica que entregamos faz mais sentido quando o passivo federal está acima de R$ 80 mil, ou quando a entrada exigida pela Receita inviabiliza o caixa operacional da empresa. Abaixo disso, normalmente o cálculo de ROI não fecha — o honorário fica desproporcional ao ganho. Pra valores menores, a gente orienta o caminho convencional mesmo, sem cobrar pela análise.
06
Existe risco da minha empresa ser excluída do Simples?
Sim, e o cenário é objetivo. A Receita Federal notificou mais de 1,1 milhão de empresas inadimplentes em 2025, com prazo de 90 dias para regularização. Quem não regularizar pode ser excluído do Simples a partir de 1º de janeiro de 2027 — migrando pra regime tributário substancialmente mais caro. O risco não é abstrato: é prazo correndo. Quanto mais cedo a análise técnica acontece, mais opções existem.
07
Preciso pagar algo antes de saber se serve pra mim?
Não. A triagem inicial é gratuita e sem compromisso. Você envia os dados, em até 2 horas úteis te devolvemos uma leitura preliminar identificando se há rota técnica viável e em qual faixa de economia. Só depois disso, se houver caminho a seguir e você quiser executar, formulamos proposta. Não há cobrança pela análise.
08
Quanto tempo até eu ver resultado?
Depende da rota escolhida. Algumas saídas se concretizam em 30 dias. Outras, mais estruturais, levam 60 a 90 dias mas entregam economia substancialmente maior. O diagnóstico inicial te entrega, em até 2 horas úteis, o cenário comparativo: quanto custa cada rota, em quanto tempo, e qual o ganho líquido projetado.
09
Quanto custa o serviço (caso você decida contratar)?
O honorário é estruturado em duas camadas: um valor fixo pelo trabalho técnico (diagnóstico, estratégia, execução administrativa e judicial), e um percentual de êxito apenas sobre a economia adicional gerada por reduções estruturais. Se não houver redução além do cenário base, não há êxito. O valor exato depende do tamanho do passivo — e é fechado na proposta, depois da análise inicial, sem compromisso prévio.
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Como funciona a análise inicial?
Você envia no WhatsApp o comunicado da Receita, o extrato do parcelamento atual, ou simplesmente o CNPJ com autorização pra consultarmos o e-CAC com procuração eletrônica. Em até 2 horas úteis, te devolvemos uma leitura preliminar identificando as rotas tecnicamente disponíveis pro seu caso e a faixa de economia esperada em cada uma. Sem compromisso. Sem cobrança.
Você está no momento certo

Parcelamento ativo
e novos débitos
aparecendo?

A regra da entrada vai te alcançar. A diferença é se vai te pegar de surpresa, ou com plano pronto.

a hora de agir é antes da surpresa.